Caixa dobrável para o ciclo de retorno da sua logística

caixa plástica dobrável 96 litros para logística reversa

Caixa Plástica Dobrável 96L

A caixa plástica dobrável de 40 × 60 × 40 cm resolve o custo escondido da logística retornável: a viagem de volta. Armada, oferece 96 litros (volume externo) e até 50 kg de capacidade estática; vazia, as paredes abatem e a caixa reduz até 65% do volume no retorno — o caminhão que voltava cheio de ar passa a voltar cheio de caixas.

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Informações Técnicas:

Medidas

Altura em CM: 40
Largura em CM: 40
Comprimento em CM: 60

Capacidade Carga

Estático em KG: Até 50
Dinâmico em KG: Até 30

Peso

Peso em KG: 5

Volume

Volume em L: 96
Reduz até 65% no retorno

Descrição do Produto

O que é a caixa dobrável e para que serve?

É a caixa retornável desenhada para operações em que a embalagem vai e volta: fábrica e centro de distribuição, CD e loja, embarcador e transportadora. Na ida, trabalha como caixa rígida — paredes travadas, empilhamento estável, carga protegida. Na volta, o operador destrava as paredes, abate o corpo e a mesma frota retorna com uma fração do volume. Essa diferença entre ida e volta é onde mora a economia: frete reverso se paga por metro cúbico, e metro cúbico de caixa vazia armada é dinheiro jogado fora a cada ciclo.

Na operação, o ciclo da dobrável tem quatro estações. No embarque, a caixa armada recebe o produto e sobe na pilha, com as paredes travadas segurando a carga. No destino, o recebedor esvazia, solta as travas laterais e abate as paredes sobre a base — movimento manual, sem ferramenta. As caixas abatidas formam a pilha de retorno, que ocupa uma fração do espaço da pilha de ida e volta no mesmo veículo. De volta ao ponto de origem, o operador arma a dobrável de novo e ela entra no próximo embarque. Com 5 kg de peso próprio, armar e abater cabe na rotina de um operador sem carrinho, e o ciclo se repete por anos com o mesmo ativo.

Especificações Técnicas

Medidas (L × C × A) 40 × 60 × 40 cm
Volume 96 litros (externo)
Capacidade estática até 50 kg
Capacidade dinâmica até 30 kg
Peso da caixa 5 kg
Retorno Paredes abatem · reduz até 65% do volume vazia

Como ler a ficha: os 96 litros são o volume externo, que define quanto a caixa ocupa no caminhão e na pilha; o volume útil interno, já descontadas as paredes, é de 70 litros, e é esse número que dimensiona o que cabe em cada viagem. Os 50 kg de capacidade estática valem para a caixa parada, no chão ou na base de uma pilha; os 30 kg dinâmicos são o limite para a movimentação manual com a caixa cheia. A redução de até 65% do volume é medida com a caixa vazia e abatida, comparada à mesma caixa armada. Os 5 kg de tara são o preço da estrutura reforçada que permite à dobrável empilhar como rígida quando as paredes estão travadas.

Por que Escolher a Dobrável?

Faça a conta da sua rota: quantas viagens de retorno a sua operação paga por mês, e quanto desse caminhão é ar? Com a redução de até 65% do volume no retorno, cada viagem de volta carrega um múltiplo de caixas vazias — menos viagens, menos frete, menos emissão. E a dobrável não cobra esse ganho em fragilidade: armada e travada, empilha como caixa rígida e aguenta o dia a dia industrial com 50 kg estáticos. O formato 40 × 60 segue o padrão logístico que conversa com pallet, e os 5 kg de tara mantêm o manuseio manual dentro do razoável.

Há um motivo a mais, que pesa em pool com muitos pontos: a identificação. A dobrável sai da fábrica em seis cores — preto, branco, azul, vermelho, cinza e verde — e aceita marcação por hot stamping, tampografia, etiqueta ou serigrafia. Na prática, isso vira controle de ativo: uma cor por rota, cliente ou centro de distribuição; o logotipo gravado na lateral para que a caixa retornável volte ao dono certo; um campo de etiqueta para o código da frota, o lote e o destino. Quando a mesma caixa passa por transportadora, loja e CD, é a marcação que impede o ativo de sumir no meio do caminho.

Setores que Mais se Beneficiam

O varejo em rede é o caso clássico: o ciclo CD → loja → CD roda todo dia, e cada retorno abatido é frete economizado. Transportadoras e operadores logísticos padronizam o pool retornável com caixas que ocupam pouco no pátio e na volta. Indústrias que enviam componentes a clientes fixos fecham o ciclo com o mesmo ativo por anos. E-commerce usa a dobrável no mid-mile entre hubs, e cooperativas e distribuidores regionais aproveitam a frota compacta: onde antes voltavam poucas caixas rígidas, voltam pilhas de dobráveis abatidas.

Operadores logísticos que atendem vários clientes no mesmo armazém usam a dobrável como unidade padrão do pool compartilhado: o formato 40 × 60 encaixa quatro caixas por camada sobre o pallet, e a pilha abatida libera área de estoque enquanto espera o próximo embarque. Na indústria leve, ela leva peças pequenas e embalagens secundárias a clientes fixos e volta compactada na mesma transportadora. Distribuidores regionais fecham o ciclo entre filial e ponto de venda, e o picking do e-commerce aproveita a base de 40 × 60 na esteira e na estante. O critério é sempre o mesmo: se a caixa volta, a dobrável reduz o custo da volta.

Dobrável vs. Caixa Rígida no Ciclo de Retorno: Comparação Direta

Critério Dobrável 40×60×40 Caixa rígida equivalente
Volume no retorno Reduz até 65% abatida Volta ocupando o mesmo espaço
Frete reverso Mais caixas por viagem Paga transporte de ar
Uso na ida (armada) Empilhável, 50 kg estáticos Empilhável
Espaço no pátio/estoque Pilha compacta vazia Ocupa o volume cheio sempre
Indicação Ciclo com retorno frequente Carga pesada estática sem retorno

A tabela deixa de fora o concorrente mais comum da dobrável: a caixa de papelão. O papelão vai numa viagem só — perde a estrutura com umidade, não empilha com segurança na segunda vez e volta como fardo para descarte. A dobrável substitui esse consumo recorrente por um ativo que circula por anos e volta ocupando uma fração do volume. Na outra ponta da escala está a caixa articulada de grande porte, movimentada por empilhadeira e com capacidade de até 2.800 kg: é a indicação quando a carga é granel pesado, não caixa manual. Entre o papelão e o granel pesado, a dobrável ocupa o meio do caminho — a caixa manual que vai cheia e volta compacta.

Compromisso com a Sustentabilidade

Menos viagens de retorno significa menos diesel queimado por caixa transportada — a sustentabilidade aqui começa na física do frete. A caixa em si segue a mesma lógica: produzida em PP reciclado na linha padrão, circula por anos substituindo papelão descartável, e no fim da vida útil o plástico injetado volta ao ciclo como matéria-prima, 100% reciclável. Para aplicações com contato direto com alimento, há versão em resina virgem natural sob encomenda.

A escolha entre as duas linhas é uma decisão de processo. Quando o produto toca a parede da caixa sem barreira — sem saco, filme ou embalagem primária —, a especificação correta é a resina virgem natural, que atende a RDC 56/2012 da ANVISA, atualizada pela RDC 961/2025, para embalagens plásticas em contato com alimentos. Quando a dobrável transporta produto já embalado, que é o caso da maioria dos ciclos de varejo e distribuição, a linha padrão em PP reciclado injetado cumpre a função. Nos dois casos a caixa é retornável, dura anos de ciclos de armar e abater e, ao fim da vida útil, pode ser devolvida à fábrica para virar matéria-prima de novas peças.

Perguntas Frequentes

Como funciona a caixa dobrável?

Armada, as paredes ficam travadas e a caixa trabalha como rígida. Vazia, o operador destrava e abate as paredes sobre a base — a pilha de retorno fica com uma fração da altura original.

Quanto espaço a dobrável economiza no retorno?

Abatida, a dobrável reduz até 65% do volume em relação à mesma caixa armada. Na prática, a carreta que devolvia um lote de caixas rígidas devolve um múltiplo de dobráveis, e a pilha vazia no pátio ocupa uma fração da área. A conta se faz por metro cúbico: cada viagem de retorno passa a levar mais caixas e a operação paga menos viagens por mês.

Quais as medidas e capacidades?

40 × 60 × 40 cm, 96 litros de volume externo e 70 litros de volume útil interno, até 50 kg em carga estática e 30 kg em movimentação manual, com 5 kg de peso próprio. O formato 40 × 60 encaixa quatro caixas por camada sobre o pallet e, armada com as paredes travadas, a dobrável empilha como uma caixa rígida.

A dobrável aguenta empilhamento como caixa rígida?

Armada e com as paredes travadas, sim: o empilhamento é estável dentro das capacidades indicadas. Para carga pesada parada sem ciclo de retorno, a caixa rígida segue sendo a indicação.

Quando escolher a dobrável e quando escolher a articulada?

A dobrável atende o ciclo de caixas manuais até 50 kg. Quando a operação é de granel pesado movimentado por empilhadeira, a indicação é a caixa articulada de grande porte.

Qual o preço da caixa dobrável?

Sob consulta: o valor varia com quantidade, cor e personalização. Peça o orçamento direto de fábrica com o seu volume e receba a cotação fechada.

A caixa dobrável é durável?

Sim — é plástico injetado de uso industrial, projetado para anos de ciclos de armar e abater. É esse reuso longo que paga a diferença sobre o papelão descartável.

Serve para transportadora e operador logístico?

É o uso ideal: pool retornável padronizado, retorno compacto e menos viagens de devolução — o ganho aparece direto na fatura do frete reverso.

Dá para personalizar com a marca da empresa?

Sim. A dobrável é produzida em seis cores — preto, branco, azul, vermelho, cinza e verde — e aceita marcação por hot stamping, tampografia, etiqueta ou serigrafia. A combinação de cor e logotipo identifica a frota da sua operação e facilita o controle de ativo em pool com múltiplos pontos, transportadoras e clientes.

Conclusão: o frete de volta não precisa transportar ar

Se a sua embalagem retorna, a dobrável transforma a viagem de volta de custo em rotina barata. Veja o modelo 40×60×40 · 96L na fábrica, aprofunde no guia completo e, para granel pesado com o mesmo princípio de retorno compacto, conheça a caixa plástica articulada.

Para cotar, basta informar a quantidade, a cor, se a operação exige a versão em resina virgem para contato direto com alimento e se a caixa deve sair marcada com logotipo ou campo de etiqueta. A fábrica fica em Ribeirão Pires-SP, produz há 19 anos e atende varejo, transportadoras, operadores logísticos, distribuidores e indústrias em todo o Brasil, sem intermediário. Se a sua rota combina caixa manual numa etapa e granel pesado em outra, peça a dobrável e a articulada na mesma cotação: as duas foram feitas para o mesmo princípio, ida cheia e volta compacta.

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