Caixa Agrícola de Plástico para Colheita e Pós-Colheita
Caixa Agrícola de Plástico 55×36×31 — 48L
A caixa agrícola é a caixa plástica de colheita do campo brasileiro: 48 litros, 2,1 kg, empilhável e vazada para ventilar a fruta e drenar a lavagem. Fabricada em plástico injetado há 19 anos, substitui a madeira descartável por reuso que dura safras.
Informações Técnicas:
Medidas
Altura em CM: 31
Largura em CM: 36
Comprimento em CM: 55
Capacidade Carga
Estático em KG: Até 40
Dinâmico em KG: Até 25
Peso
Peso em KG: 2,1
Volume
Volume em L: 48
Vazada · drenagem rápida
Descrição do Produto
O que é a caixa agrícola e para que serve?
A caixa agrícola atende da colheita de cítricos, café e batata ao hortifrúti de produção primária. Quem colhe sabe: a caixa errada custa caro na lavoura. A madeira lasca, retém umidade e atrai praga; o papelão desmancha no primeiro orvalho; o saco de ráfia amassa o que devia chegar inteiro. A caixa agrícola de plástico resolve o problema pela raiz — é leve para o apanhador carregar entre as fileiras (2,1 kg), aguenta o sol e a chuva do campo sem degradar, empilha firme no caminhão e volta para a próxima colheita em vez de virar descarte.
O ciclo de uso se repete a cada safra: o apanhador colhe direto na caixa agrícola entre as fileiras, as caixas cheias empilham no carreto ou na carroceria, seguem para o galpão, passam pela lavagem e pela classificação e voltam vazias para o campo. Nesse vaivém, o desenho raso e vazado trabalha contra a perda pós-colheita: com 31 cm de altura, a camada de fruta fica baixa e a de baixo não esmaga; com as paredes vazadas, a carga climatérica respira em vez de abafar no transporte, e a água da lavagem escoa antes de virar foco de deterioração.
Especificações Técnicas
| Dimensões externas | 55 × 36 × 31 cm |
| Volume útil | 48 litros |
| Peso | 2,1 kg |
| Capacidade estática | até 40 kg |
| Capacidade dinâmica | até 25 kg |
| Paredes | Vazadas — ventilação e drenagem rápida |
| Cores | Preto, branco, azul, vermelho, cinza e verde |
| Normas de referência | ABNT NBR 15008:2011 · ABNT NBR 15674:2009 · RDC 56/2012 (atualizada pela RDC 961/2025) |
Como ler a ficha: a capacidade estática (até 40 kg) vale para a caixa parada — empilhada no galpão ou na carroceria; a dinâmica (até 25 kg) vale para a caixa em movimento, na mão do apanhador ou no carreto. É o número dinâmico que dita a segurança da colheita manual: mais que isso compromete quem carrega e o que é carregado. E “vazada”, na prática, são duas funções numa parede só — ventilação para a carga que respira e drenagem rápida da água depois da lavagem.
Por que Escolher a Caixa Agrícola de Plástico?
O formato é pensado para o trabalho real. Com 55 × 36 cm de base e 31 cm de altura, a caixa agrícola passa entre fileiras estreitas e mantém o granel raso — a fruta de baixo não esmaga sob o peso da de cima. As paredes vazadas ventilam a carga climatérica e drenam rápido após a lavagem, e a capacidade de 40 kg estáticos com 25 kg em movimentação cobre o ciclo típico do campo ao centro de embalagem. Nas versões de cor, a caixa agrícola preta é a preferida da lavoura por disfarçar o barro do dia a dia; há ainda branco, azul, vermelho, cinza e verde para separar lotes por talhão, produtor ou cliente.
Aqui entra o que quase nenhum fornecedor do segmento oferece: referência técnica de verdade. A linha segue o que pedem a ABNT NBR 15008:2011, norma da caixa plástica retornável para hortifrutícolas (requisitos do produto), e a ABNT NBR 15674:2009, que trata do recebimento e da higienização dessas caixas no ciclo retornável. No contato com alimento, o material atende a RDC 56/2012 da ANVISA, atualizada pela RDC 961/2025 — a lista positiva de materiais plásticos para contato com alimentos —, com versão em resina virgem grau alimentício sob encomenda para contato direto com fruta e folha.
Na prática, as duas normas cobrem o ciclo inteiro da caixa: a NBR 15008 define os requisitos do produto — o monobloco retangular retornável para acondicionamento e transporte de hortaliças, frutas e legumes —, enquanto a NBR 15674 disciplina o recebimento, a higienização e a distribuição dessas caixas no circuito retornável. Quem audita fornecedor com critério técnico encontra aqui a resposta pronta: produto e processo referenciados em norma, algo que a maior parte do mercado de caixa agrícola simplesmente não oferece.
Um último ponto que pesa na escolha: a personalização. A marcação por hot stamping, tampografia, etiqueta ou serigrafia assina a caixa da cooperativa ou do produtor e transforma a frota em ferramenta de controle — lote identificado volta para o dono certo, a conferência no recebimento fica visual e o extravio entre operações cai. A cor separa o talhão ou o cliente; a marcação garante a rastreabilidade.
Setores que Mais se Beneficiam
Na prática da fazenda, a caixa agrícola vazada trabalha o ano inteiro: colheita manual de cítricos e café, batata e raízes no arranque, tomate e folhosas no hortifrúti, sempre no vaivém entre produtor, cooperativa e atacado. Como caixa para colheita retornável, ela substitui o ciclo de compra-e-descarte da madeira em qualquer operação que colha, lave e transporte alimento in natura.
Para o produtor rural, a caixa resolve o dia da colheita: leve na mão do apanhador, empilhável no vaivém das fileiras e resistente ao sol e à chuva. Para a cooperativa e o centro de embalagem, o ganho está na pós-colheita — a mesma caixa que chega do campo passa pela lavagem e segue para a classificação, sem transferência de carga que machuca a fruta. Para o distribuidor e o atacado, a padronização de medidas (55 × 36 × 31 cm) organiza o empilhamento no caminhão e a conferência no recebimento, garantindo a integridade dos produtos perecíveis durante toda a cadeia logística — do campo à banca.
Dois usos completam o mapa. Na agroindústria e no beneficiamento, a caixa agrícola recebe a matéria-prima in natura — café em coco chegando do terreiro, batata destinada à fritura, cítricos a caminho da linha de suco — e entra na área de processo lavável e conferível. E em feiras, sacolões e boxes de CEASA, a mesma caixa transporta de madrugada, expõe na banca durante o dia e passa pela lavagem entre um dia e outro, no ritmo de quem trabalha com perecível todos os dias.
Caixa Agrícola de Plástico vs. Caixa de Madeira: Comparação Direta
| Caixa agrícola de plástico | Engradado de madeira | |
|---|---|---|
| Peso | 2,1 kg — leve para o apanhador | Mais pesado e irregular |
| Umidade e pragas | Não absorve umidade nem atrai praga | Retém umidade e atrai praga |
| Integridade da carga | Paredes firmes, não lasca | Lasca e fere o produto |
| Higienização | Lavável e sanitizável (NBR 15674) | Difícil de higienizar |
| Ciclo de vida | Retornável — dura safras | Descarte recorrente a cada safra |
A madeira não é a única alternativa que a caixa agrícola aposenta. A caixa de papelão resolve uma viagem — mas desmancha na umidade do orvalho e da lavagem, não empilha molhada e vira custo recorrente: compra-se de novo a cada colheita para descartar no fim dela. O saco de ráfia carrega volume, mas não protege — a fruta amassa sob o próprio peso, sem empilhamento nem ventilação. Contra os dois, a caixa retornável custa uma vez e trabalha safra após safra, com a carga chegando inteira.
Compromisso com a Sustentabilidade
Em vez de repor engradado podre a cada safra, o produtor higieniza a caixa — pré-lavagem, detergente, sanitizante, secagem — e a devolve ao campo. Menos resíduo na propriedade, menos custo recorrente e uma carga que chega apresentável no ponto de venda.
O material conta a mesma história: a linha padrão é produzida em polipropileno (PP) reciclado injetado, devolvendo ao ciclo produtivo um plástico que já cumpriu a primeira vida — e, para operações de contato direto com alimento, há a versão em PP virgem natural sob encomenda, dentro do enquadramento da RDC 56/2012. É o ciclo completo da economia circular aplicado à embalagem agrícola: menos madeira descartada a cada safra, menos resíduo plástico virgem e uma caixa que trabalha por anos antes de ser novamente reciclada.
E quando a caixa chega ao fim da vida útil, o destino não é o aterro: o plástico injetado retorna à fábrica, é moído e reprocessado como matéria-prima de novas caixas — o produtor devolve, a indústria recicla, o ciclo recomeça.
Perguntas Frequentes sobre a Caixa Agrícola
Qual o valor de uma caixa agrícola?
O preço é sob consulta e varia conforme a quantidade, a cor e a personalização. Peça o orçamento direto de fábrica com o seu volume e receba a cotação fechada.
Quais as medidas da caixa agrícola?
55 cm de comprimento, 36 cm de largura e 31 cm de altura, com 48 litros de volume útil e 2,1 kg de peso — dimensionada para a colheita manual entre fileiras.
Serve para frutas e verduras?
Sim. A parede vazada ventila frutas climatéricas e folhosas, e o material atende a RDC 56/2012 (atualizada pela RDC 961/2025) para contato com alimentos, com versão virgem para contato direto. Entre um uso e outro, a caixa passa pela higienização do ciclo retornável conforme a NBR 15674 — lavagem, sanitização e secagem — e volta pronta para a próxima carga.
É uma caixa de 50 litros?
O volume útil é de 48 litros — na prática, a faixa que o mercado chama de “caixa de 50 litros” para colheita e pós-colheita. A diferença é só de régua: o “50” comercial arredonda o número nominal, enquanto os 48 litros medem o que de fato cabe dentro da caixa.
Quanto custa uma caixa plástica?
Depende do modelo, do volume do pedido e da personalização. Trabalhamos com orçamento direto de fábrica, sob consulta — informe a quantidade e receba o valor.
Existe caixa agrícola vazada de 50 litros para hortifrúti?
Sim — esta é a caixa: 48 litros úteis, vazada para ventilação e drenagem, no formato de colheita usado pelo hortifrúti de produção primária.
Tem caixa plástica para feira?
A caixa agrícola atende do campo à feira: empilha no transporte, expõe bem o produto e aguenta a lavagem diária. Para grades maiores de banca, consulte também a linha hortifruti.
Tem caixa de verduras preta?
Sim, o preto é a cor mais pedida da lavoura — e há mais cinco cores (branco, azul, vermelho, cinza e verde) para separar lotes por produtor ou cliente.
Onde comprar caixa plástica para hortifruti?
Direto da fábrica, com 19 anos de produção: a linha hortifruti completa cobre do campo ao ponto de venda, com orçamento sob consulta pelo formulário ou WhatsApp.
Qual o tamanho ideal da caixa para hortifrúti?
Depende da etapa e do produto: no campo, o formato de colheita desta caixa (55 × 36 × 31 cm) é o padrão; do galpão em diante, os formatos maiores da linha hortifruti assumem a logística. O critério prático é a altura — fruta sensível e folhosa pedem caixa rasa, que mantém a camada baixa; raiz e tubérculo aceitam altura maior sem esmagar.
Onde posso encontrar caixas plásticas para frutas?
Direto da fábrica: a caixa agrícola vazada de 48 litros é o formato de colheita e transporte de frutas usado do pomar ao atacado, com venda por orçamento e envio para todo o Brasil.
Onde posso encontrar caixas de verduras?
A mesma caixa agrícola atende folhosas e verduras: parede vazada para ventilar, drenagem rápida após a lavagem e empilhamento que não amassa a carga. Peça a cotação com o seu volume.
Conclusão: a caixa certa para a sua colheita
A caixa plástica agrícola sai de fábrica com 19 anos de produção contínua, marcação personalizável (hot stamping, tampografia, etiqueta ou serigrafia) para identificar cooperativa ou produtor, e orçamento direto, sem intermediário — informe o volume e receba a cotação para a sua operação. Para o modelo em detalhe, veja a caixa agrícola 55×36×31 na fábrica; para o restante da linha do campo, conheça a linha hortifruti e a CaixaMobil.
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