Caixa plástica de pescados para barco, frigorífico e peixaria

caixa plástica de pescados branca com gelo e peixe fresco em câmara fria

Caixa Plástica de Pescados · 18L

A caixa plástica de pescados é a caixa rasa de 18 litros que acompanha o pescado do barco à peixaria: 17,5 cm de altura para uma camada de peixe coberta de gelo, fundo com drenagem que escoa a água do degelo e material apto ao contato direto com alimento conforme a RDC 56/2012 da ANVISA, atualizada pela RDC 961/2025. Fabricada em plástico injetado por quem produz há 19 anos.

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Informações Técnicas:

Medidas

Altura em CM: 17,5
Largura em CM: 34
Comprimento em CM: 45

Capacidade Carga

Estático em KG: Até 20

Peso

Peso em KG: 1,7

Volume

Volume em L: 18
Fundo com drenagem

Descrição do Produto

O que é a caixa plástica de pescados e para que serve?

É a embalagem retornável da cadeia do frio do pescado. No desembarque, recebe o peixe direto do barco; no beneficiamento, atravessa evisceração e classificação; no frigorífico, empilha em câmara fria sem amassar o produto; na peixaria, chega apresentável e escorrida. O formato baixo é proposital: uma camada de pescado, uma coberta de gelo — e a água do degelo sai pelo fundo em vez de ficar parada em contato com o alimento. Entre um ciclo e outro, a caixa plástica de pescados aguenta a rotina de higienização pesada que a cadeia exige, o que caixa de isopor e caixote de madeira simplesmente não suportam.

Na prática, o ciclo da caixa plástica de pescados começa no convés ou no tanque de despesca: o pescado entra em camada única, recebe gelo por cima e segue empilhado até o entreposto. No recebimento, a caixa passa pela pesagem e pela triagem por espécie e tamanho sem transbordo — o peixe não troca de recipiente, o que reduz manuseio e dano à pele. Depois do beneficiamento, o mesmo formato acomoda o produto eviscerado ou em postas para a expedição refrigerada. Vazia, ela volta ao galpão, passa pela lavagem com detergente e sanitizante e está pronta para a próxima descarga. Quanto menos transbordos, maior a qualidade que chega ao balcão.

Especificações Técnicas

Medidas (A × L × C) 17,5 × 34 × 45 cm
Volume 18 litros
Capacidade estática até 20 kg
Peso da caixa 1,7 kg
Uso Pescado com gelo · fundo com drenagem
Contato com alimento Apto ao contato direto · RDC 56/2012, atualizada pela RDC 961/2025

Como ler a ficha: os 20 kg de capacidade são carga estática — a caixa parada, no chão ou na base de uma pilha. Com pescado e gelo, o peso por caixa costuma ficar abaixo disso, porque a altura de 17,5 cm limita o produto a uma camada, que é a régua de qualidade da cadeia do frio. Os 18 litros são o volume interno; parte dele é ocupada pelo gelo. Os 1,7 kg de peso próprio permitem que um operador movimente a caixa plástica de pescados cheia com as duas mãos, sem carrinho. O fundo com drenagem é o que a diferencia de uma caixa fechada comum: a água do degelo escoa em vez de ficar parada em contato com o pescado.

Por que Escolher a Caixa Plástica de Pescados?

Quatro motivos práticos. Primeiro, a drenagem: água de degelo parada é o caminho mais curto para perder firmeza e qualidade comercial — aqui ela escoa continuamente. Segundo, a altura de 17,5 cm protege o peixe do próprio peso: nada de camada de baixo esmagada sob 40 cm de carga. Terceiro, a caixa é lavável de verdade — jato de alta pressão, detergente e sanitizante entram na rotina diária sem degradar o plástico, e a superfície lisa não retém resíduo orgânico como a madeira. Quarto, é retornável: em vez de comprar isopor a cada viagem, a caixa plástica de pescados volta ao ciclo por anos, com orçamento direto de fábrica e sob consulta.

Há ainda um quinto motivo, bem prático: a identificação. A caixa plástica de pescados sai da fábrica em seis cores — preto, branco, azul, vermelho, cinza e verde — e aceita marcação por hot stamping, tampografia, etiqueta ou serigrafia. Na operação, isso vira código: uma cor para cada barco, cliente ou espécie; o logotipo do frigorífico gravado na lateral, para que a caixa retornável volte ao dono certo; o campo de etiqueta para lote, data de captura e origem, que o comprador precisa rastrear. Caixa de isopor não aceita nada disso, e caixote de madeira perde a marcação na primeira lavagem.

Setores que Mais se Beneficiam

Pesqueiras e barcos usam a caixa no desembarque e na primeira classificação, onde o gelo é abundante e a drenagem trabalha o tempo todo. Unidades de beneficiamento movimentam o pescado entre etapas com empilhamento estável. Frigoríficos levam a caixa plástica de pescados para dentro da câmara fria, em pilhas que preservam o produto do fundo. Distribuidores e atacadistas fazem a ponte até o varejo, e peixarias e feiras fecham a cadeia com uma caixa que expõe bem, escorre bem e aguenta a lavagem de todo fim de dia.

A aquicultura entra na mesma lógica. Na despesca de tilápia, tambaqui ou camarão, o produto sai do tanque direto para a caixa com gelo, e a drenagem faz a diferença entre um lote firme e um lote encharcado na chegada ao frigorífico. Entrepostos e mercados de peixe usam a caixa plástica de pescados como unidade de venda no atacado: o comprador leva a caixa cheia e devolve a vazia na visita seguinte. Cozinhas industriais e supermercados com balcão de peixaria recebem o pescado já na caixa em que ele será exposto sobre o gelo — sem transbordo, sem isopor para descartar.

Caixa Plástica de Pescados vs. Isopor e Madeira: Comparação Direta

Critério Caixa plástica de pescados Caixa de isopor Caixote de madeira
Ciclo de uso Retornável, dura anos Descartável, 1 viagem Poucas viagens, degrada
Drenagem do degelo Fundo drenante contínuo Acumula água parada Frestas irregulares
Higienização Lavável com sanitizante diário Porosa, não lavável Retém líquido e farpa
Contato com alimento Apto (RDC 56/2012 → 961/2025) Varia por fornecedor Não indicado
Empilhamento Estável em câmara fria Deforma com peso Instável e pesado

A tabela deixa de fora um quarto concorrente: a caixa de papelão encerado. Ela segura o pescado por uma viagem, mas perde a estrutura com a umidade do degelo, não empilha em câmara fria e vai para o lixo com o resíduo orgânico impregnado. O isopor tem o mesmo destino, com o agravante de quebrar ao ser reaproveitado. A madeira cede e racha na pilha quando encharcada. A caixa plástica de pescados resolve os quatro pontos de uma vez: estrutura que não cede com água, empilhamento estável, lavagem completa e retorno ao ciclo por anos.

Compromisso com a Sustentabilidade

Cada caixa retornável em circulação retira dezenas de caixas de isopor do descarte — e isopor é exatamente o tipo de resíduo que a cadeia do pescado mais gera e menos recicla. A linha padrão é produzida em PP reciclado; para o contato direto com o alimento, a versão em resina virgem natural sai sob encomenda, atendendo a lista positiva da RDC 56/2012 atualizada pela RDC 961/2025. No fim da vida útil, a caixa volta como matéria-prima: plástico injetado é 100% reciclável.

Escolher entre a linha padrão e a versão em resina virgem é uma decisão de processo: quando o pescado toca a parede da caixa sem barreira — sem saco ou filme —, a especificação certa é a resina virgem natural, produzida sob encomenda. Quando a caixa transporta produto já embalado, a linha padrão em PP reciclado cumpre a função. Nos dois casos a caixa plástica de pescados é retornável, e ao fim da vida útil pode ser devolvida à fábrica para virar matéria-prima de novas peças.

Perguntas Frequentes

Onde posso encontrar uma caixa para pescado?

Direto de fábrica: a CaixaMobil produz a caixa de pescados em plástico injetado há 19 anos, com orçamento sob consulta pelo formulário ou WhatsApp e entrega para todo o Brasil.

Quantos kg de peixe vem em uma caixa?

Esta caixa comporta até 20 kg em carga estática. Na prática da cadeia do frio, trabalha-se com uma camada de pescado coberta de gelo — o formato raso existe justamente para não esmagar o peixe.

Onde posso encontrar uma caixa de 42 litros?

O modelo de pescados tem 18 litros, pensado para camada única com gelo. Se a sua operação pede volumes maiores por caixa, a linha industrial da CaixaMobil vai de 89 litros até o grande granel — peça orçamento com a sua necessidade.

Onde encontrar caixa plástica?

Na CaixaMobil você compra caixa plástica direto de quem fabrica: linha completa para pescado, indústria e campo, sob consulta, sem intermediário.

Quais as medidas da caixa de pescados?

17,5 cm de altura, 34 cm de largura e 45 cm de comprimento, com 18 litros de volume e 1,7 kg de peso — o formato raso padrão da indústria do pescado. A altura baixa é o que garante uma camada única de peixe coberta de gelo, e a base de 34 × 45 cm forma pilhas estáveis no caminhão e na câmara fria.

A caixa de pescados serve para câmara fria?

Sim. Ela foi desenhada para o ciclo refrigerado: empilha em câmara fria com estabilidade, mantém a drenagem do degelo funcionando durante a estocagem e não deforma sob o peso da pilha como o isopor. Por ser injetada em plástico, aguenta o vai e vem entre a câmara e a expedição sem trincar.

A caixa drena a água do gelo derretido?

Sim — o fundo tem drenagem contínua. A água do degelo escoa em vez de ficar em contato com o pescado, o que preserva firmeza e reduz risco de contaminação.

Pode haver contato direto do pescado com a caixa?

Sim. O material atende a RDC 56/2012 da ANVISA, atualizada pela RDC 961/2025, que define a lista positiva de polímeros autorizados para embalagens em contato com alimentos. Para o contato direto sem barreira, a caixa de pescados é produzida sob encomenda em resina virgem natural; a linha padrão em PP reciclado atende a movimentação de produto já embalado.

Como higienizar a caixa de pescados?

Pré-lavagem para remover resíduo orgânico, detergente, sanitizante e enxágue — a rotina padrão da cadeia do pescado. O plástico liso aguenta a lavagem diária sem reter odor nem líquido.

Conclusão: do barco à peixaria com a mesma caixa

A caixa plástica de pescados resolve o trio que define a cadeia do frio — gelo, drenagem e higiene — numa caixa retornável que dura anos onde o isopor dura uma viagem. Veja o modelo em detalhe na caixa de pescados na fábrica; para granel pesado, conheça a caixa de grande volume e o restante da linha na CaixaMobil.

Para cotar, basta informar quantidade, cor, se a operação exige a versão em resina virgem para contato direto e se a caixa deve sair marcada com logotipo ou campo de etiqueta. A fábrica fica em Ribeirão Pires-SP, produz há 19 anos e atende pesqueiras, frigoríficos, distribuidores e peixarias em todo o Brasil, sem intermediário. Se a sua cadeia usa camada única com gelo numa etapa e granel pesado em outra, peça as duas linhas na mesma cotação — a caixa plástica de pescados e a de grande volume foram feitas para trabalhar juntas.

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